Milena Teixeira

Aliados do presidente avaliam reação nas redes e buscam apoio de influenciadores para rebater críticas à medida

Milena Teixeira

07/10/2026 07:00

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Integrantes da campanha de reeleição e integrantes do governo do presidente Lula detectaram uma onda de ataques de influenciadores contra o petista após a proibição das bets no país. Lula anunciou a medida no fim do mês passado, durante uma agenda em São Paulo.

A avaliação de aliados do presidente no governo e na campanha é de que é necessário preparar uma reação rápida às críticas.

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Presidente Lula anuncia proibição das bets no Brasil, nesta sexta-feira (25/9), durante agenda oficial em São Paulo
Rebeca Ligabue/Metrópoles
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em anúncio de proibição das bets
Ricardo Stuckert
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Reprodução/Youtube
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Rico diz que vai deixar o país no dia em que Lula proíbe bets no Brasil
A estratégia prevê que os próprios apoiadores de Lula utilizem as redes sociais para rebater os argumentos apresentados pelos influenciadores e defender as medidas adotadas pelo governo.
Os auxiliares também pretendem buscar o apoio de outros criadores de conteúdo para ampliar a resposta nas plataformas digitais e fazer frente às manifestações contrárias ao petista.
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Nos bastidores, ministros do governo avaliam que a decisão de proibir as bets teve forte impacto político e reconhecem que a medida abriu novas frentes de conflito para o Executivo.
A Medida Provisória 1.394, assinada por Lula em 25 de setembro, proibiu em todo o país a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa, incluindo as apostas esportivas e os jogos on-line.
A norma também determinou o fim de novos aportes nas plataformas e estabeleceu um calendário para a retirada e posterior devolução dos valores mantidos pelos apostadores. Os sites e aplicativos começaram a sair do ar em 6 de outubro.


