Mark Stephen Asea, de 36 anos, é acusado de acessar informações privadas de mulheres e transformar dados em conteúdo para o TikTok

5 out 2026 - 15h32

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- Por: Redação Terra

Mark Asea, preso nos Estados Unidos, acabou tendo a imagem viralizada por causa do rosto tatuado

Foto: Reprodução / St. Lucie County Sheriff's Office

Um criador de conteúdo que se apresenta nas redes sociais como “demonologista” e “Grey Hat Hacker” foi preso na Flórida, nos Estados Unidos, acusado de acessar informações privadas de mulheres sem autorização. A mugshot, foto policial de Mark Stephen Asea, de 36 anos, também chamou atenção nas redes sociais após a prisão.

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Mugshot é a fotografia oficial feita pela polícia após a prisão de uma pessoa, geralmente usada para registro e identificação. Nos Estados Unidos, essas imagens costumam integrar os registros das autoridades locais e, em muitos casos, podem se tornar públicas.

Morador de Port St. Lucie, Asea foi levado para a cadeia do condado de St. Lucie em 30 de setembro. Ele responde por um crime relacionado a acesso não autorizado a computadores ou dispositivos eletrônicos. A fiança foi estabelecida em US$ 35 mil, segundo registros das autoridades locais citados pela imprensa americana.

A investigação

Duas mulheres afirmaram que Mark Stephen Asea teve acesso a informações privadas sem autorização. Segundo documentos policiais citados pela imprensa americana, dados como senha, identificadores de dispositivos, histórico de compras e uma foto enviada em conversa privada teriam aparecido em conteúdos publicados por ele.

Uma delas também disse que havia permitido acesso remoto ao computador para receber ajuda técnica e suspeitava que Asea tivesse mantido acesso ao equipamento depois disso. Ele já havia sido investigado e preso em abril por acusações relacionadas a perseguição e crimes envolvendo computadores. As acusações foram retiradas em maio, mas o caso foi reaberto em setembro, quando ele voltou a ser preso.
"Demonologista"
Nas redes sociais, Asea se apresenta com descrições como “Demonologist”, “Grey Hat Hacker” e “Woodsman”. A legislação da Flórida considera crime acessar deliberadamente, sem autorização ou excedendo a autorização concedida, um computador, sistema, rede ou dispositivo eletrônico. Na modalidade básica prevista na lei estadual, o delito é classificado como crime de terceiro grau.
Demonologista é a pessoa que estuda ou se dedica à demonologia, área ligada a crenças, relatos e tradições sobre demônios e entidades consideradas malignas em diferentes religiões e culturas. O termo não indica, por si só, vínculo com práticas criminosas ou com uma religião específica. Asea usava “Demonologist” como uma das descrições em perfis nas redes sociais.
Fonte: Portal Terra
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