O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), pretende se manifestar sobre o pedido de soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após o segundo turno das eleições presidenciais, que será disputado por Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como relator, o magistrado libera o caso para julgamento e caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, pautar a ação em plenário.A informação foi adiantada pela Folha de S.Paulo e confirmada pelo Metrópoles. A segunda etapa da votação está agendada para 25 de outubro.Segundo interlocutores do minitro ouvidos pelo Metrópoles, Kassio descarta – por ora – libertar Bolsonaro por meio de uma decisão liminar (provisória). A expectativa é de que o caso seja levado para apreciação no Plenário da Corte. Leia também Manoela AlcântaraKassio diz que pesquisas terão informações mais didáticas ao eleitor Manoela AlcântaraKassio diz que votos de Garotinho serão considerados no cálculo da eleição Manoela AlcântaraKassio derruba decisão que tirava Deltan Dallagnol da disputa pelo Senado BrasilKassio diz que urnas eletrônicas são seguras, transparentes e auditáveis A ação deve ficar somente para depois do resultado da disputa presidencial. O magistrado é o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e receia impactar no resultado das eleições de 2026.4 imagensFechar modal.1 de 4Lula e Flávio vão se enfrentar no segundo turno das eleiçõesGetty Images2 de 4Flávio Bolsonaro prometeu conceder indulto ao pai caso seja eleito presidenteDANILO M. YOSHIOKA / ESPECIAL METRÓPOLES @danilomartinsyoshioka3 de 4Ex-presidente foi condenado por tentativa de golpe de EstadoBRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto4 de 4Ministro Nunes Marques deve se manifestar depois do segundo turnoReprodução/ TV Justiça Pedido de soltura e visitaOs advogados do ex-chefe do Planalto entraram com uma nova revisão criminal com o argumento de que o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal do golpe de Estado, seria suspeito de julgar o caso por causa de sua suposta ligação com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a trama criminosa para se manter no poder após derrota nas urnas em 2022 e cumpre a pena em caráter domiciliar.A defesa também alega que não teve acesso à íntegra do conjunto probatório do processo e apresentou um parecer técnico para questionar a cadeia de custódia das provas digitais.Após o resultado do 1º turno, a defesa do ex-presidente também pediu autorização para a visita do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) antes do antes do dia 11, quando acaba a proibição de visitas do senador ao pai.Nesse domingo (4/10), Flávio avançou para o 2º turno das eleições e garantiu a liderança na corrida presidencial contra o presidente Lula. O candidato do PL prometeu conceder indulto ao pai caso vença as eleições.












