Fábia Oliveira

Em nota à coluna, Val afirmou que, por ser uma pessoa pública, acaba envolvida em situações injustas e nome é utilizado indevidamente

Fábia Oliveira

23/10/2026 11:03

Reprodução/Instagram

Val Marchiori se pronunciou após ser condenada junto com o marido, Amilton Augusto, a pagar R$ 3,4 mil a um eletricista por serviços realizados em um imóvel do casal em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A decisão foi proferida em 9 de outubro pela Vara do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Araras, em São Paulo, após uma ação ajuizada em agosto.

Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira, a empresária afirmou que, por ser uma pessoa pública, acaba envolvida em situações injustas, cujo nome é utilizado de maneira indevida. Além disso, segundo ela, “o próprio proprietário da empresa responsável pelo serviço relacionado à troca de energia solar reconheceu que houve má-fé na conduta do profissional envolvido”.

Receba no seu email as notícias da coluna Fábia Oliveira

Frequência de envio: Diário

Ver todas

Ver todas as newsletters
“Repudio profundamente a forma como essa situação vem sendo conduzida e divulgada. Como demonstram as conversas apresentadas, o próprio proprietário da empresa responsável pelo serviço relacionado à troca de energia solar reconheceu que houve má-fé na conduta do profissional envolvido. Infelizmente, por ser uma pessoa pública, muitas vezes me vejo envolvida em situações injustas, nas quais meu nome é utilizado de maneira indevida”, disse.
9 imagens
1 de 9
A empresária Val Marchiori
Reprodução/Youtube
2 de 9
Val Marchiori e o marido, o advogado Amilton Augusto, fazem pose para as redes sociais
Instagram/Reprodução
3 de 9
Val Marchiori foi internada para fazer uma cirurgia no intestino
Instagram/Reprodução
4 de 9
Val Marchiori e o marido, o advogado Amilton Augusto, brindam durante evento
Instagram/Reprodução
5 de 9
Val Marchiori grava vídeo para as redes sociais
Instagram/Reprodução
6 de 9
Val Marchiori e o marido, o advogado Amilton Augusto, posam trocando olhares
Instagram/Reprodução
7 de 9
Val Marchiori.
Reprodução/redes sociais.
8 de 9
Val Marchiori e o marido, o advogado Amilton Augusto, posam sorridentes
Instagram/Reprodução
9 de 9
A empresária Val Marchiori
Reprodução/Instagram
Val Marchiori ainda afirmou que não reconhece a dívida e que vai recorrer da decisão.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles
“Quero deixar claro: nem eu nem meu marido reconhecemos essa dívida ou qualquer responsabilidade por ela. Vou recorrer da decisão judicial. Não pelos R$ 3.400, que, graças a Deus, não me fazem falta, mas por uma questão de princípio, respeito e justiça. Não se trata de dinheiro. Trata-se da verdade, da minha honra e da honra da minha família. Não aceitarei que meu nome seja injustamente manchado. Confio na Justiça e seguirei lutando para que todos os fatos sejam esclarecidos”, falou.
Entenda o caso
Val Marchiori e Amilton Augusto foram alvo de uma ação judicial movida por Lucas Soares Ferreira, profissional autônomo da área elétrica. O processo também incluiu o engenheiro André Alves Justino.
Na ação, Lucas relatou que foi procurado por André para realizar uma inspeção elétrica completa e pequenos reparos emergenciais no imóvel do casal, localizado em Angra dos Reis. Segundo o eletricista, a contratação ocorreu após uma reunião de alinhamento entre o engenheiro, Val e Amilton.
O profissional afirmou que os serviços foram integralmente executados em maio deste ano e que o casal teria assumido o compromisso de pagar R$ 3,4 mil pelo trabalho. No entanto, de acordo com o relato apresentado à Justiça, o valor não foi quitado.
Lucas sustentou que André atuou como intermediador do negócio e representante do casal, que seria o beneficiário direto dos serviços. Ele também alegou que Val e Amilton acompanharam a execução do trabalho e tinham conhecimento da pendência financeira. Ainda segundo o eletricista, Amilton teria afirmado, por mensagem, que resolveria a questão do pagamento. Lucas alegou, porém, que o empresário também o ameaçou e intimidou, dizendo que usaria sua condição de advogado para processá-lo. Diante da situação, o profissional pediu a condenação dos três réus ao pagamento de R$ 3,4 mil por danos materiais e de R$ 5 mil por danos morais.
Em decisão proferida em 9 de outubro pela Vara do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Araras, em São Paulo, o juiz Paulo Rogério Malvezzi entendeu que ficou comprovado que o serviço de inspeção elétrica foi realizado no imóvel em benefício direto dos réus. O magistrado também rejeitou o argumento apresentado pelo casal de que seriam apenas destinatários finais do projeto, e não os responsáveis pela contratação.
Segundo a decisão, Val e Amilton não apresentaram elementos capazes de afastar o direito do autor de receber pelo trabalho executado. O processo também apontou que André Alves Justino, engenheiro que intermediou o negócio, cobrou do casal o pagamento pelos serviços prestados.
Por outro lado, o pedido de indenização por danos morais foi negado. O magistrado considerou que os documentos apresentados não comprovaram a suposta ameaça atribuída ao marido da empresária. André também foi excluído da responsabilização, uma vez que sua atuação foi considerada a de um simples intermediador da contratação.


